Um coração cinzento, entre as cinzas do meu afagar diante dos meus dedos com o cigarro que penetra em meus lábios nem tão finos, nem tão carnudos saboreando uma sensação do intelectual. Se é que há o intelectual nisso, pois o estrago é inevitável e o paradoxo sempre encaixado entre quatro paredes.
Diante de um suspiro, assopro como quem matasse qualquer pessoa. Esfrego nos meus olhos da sonolência causada numa antipatia decadente por seres humanos. Mas é impressionante como necessito de um abraço. Aquele abraço que sai da ausência uma solidão. E eu sei que estou quebrado. Quebrado por inteiro.
Coração e alma, um deles há de arder. Já que trago aqui, o mundo do meu coração à tona das palavras e desabafos constante, meu espírito o segue numa viagem aleatória. Causando efeitos colaterais de grande distúrbio emocional e físico.
Só lamento. Aliás, nem lamento. Pois as páginas estão aí para serem lidas, logo, palavras que saem da boca estão aí para serem ouvidas. Ambos, o prestar atenção causa exigência de uma inteligência. E por favor, tente não ignorar quando surge sinceridade. Já estou cansado de tantas mentiras e fingir de iludir delas. Canse você mesmo diante ao meu ego, de seus padrões por em cima do palco.
Portanto, já digo: Não quero aplaudir por sua decadência.
hm, caralho! cigarros e david bowie já!
isto é uma beleza, isto é um sentimento que amo por completo! mesmo sendo tão negativo.