Sou do tipo que se entrega no amor e esconde o dizer: Eu te amo. Sou do que abraça com rancor, com a mágoa e depois de dar risada escandalosa como se nada tivesse acontecido.
Escuto músicas de acordo com meu humor e talvez, não. Na tristeza posso ouvir tão bem uma música infantil e dançar que me afogo no esquecimento depois. Sou de ação e reação, não de palavras. Não sou de promessa, sou de fantasia – imaginação – e muitos devaneios.
Muitos dizem que tenho lado bastante frio e calculista. Não reparo muito bem na forma que trato as pessoas ou como digo com elas. Me dá um blackout e corto meu coração, congelando em pedaços cada sentimento que se orgulha ao desaparecer.
Na frente do espelho, o narcisimo exarcebado. Dança aleatória com passos de filmes. Não sou de mistérios, embora digam que eu seja. Sou mimado, e bastante mimado. Muito egoísta e bastante caridoso. Livremente um paradoxo constante e intenso, além de vivo.
Não sou ciumento, sou possessivo. Coração efusivamente acelerado de emoções. Quase uma alma distorcida.
E tem mais coisas… Mas aí, deixo para proximo post.
Tem uma parte que se esqueceu, Gustavo querido. És dono de um sorriso radiante e isto contagia ainda mais quem o tem por perto.