Cânceriano com ascendência de peixes e Lua em Venus no escorpião, Gustavo nasce por volta das 22hs e alguns minutos da vida de 1990. No final de 80’s, iniciando uma década que por sua vez, ao seu crescimento gera conhecimentos e vantagens coloridas pelo seu aprender diante da escrita, desenho e principalmente na música.
Sua infância foi de tapetes jogados e seus carrinhos e motos de brinquedos se aventurando na imaginação de montanhas, ruas malfeitas e com muita violência sobre bonecos que possuiam luzes no estômago. Passando para arte, comprando quadros e fazendo desenhos horríveis que obrigava por sinal, mostrar uma criança triste para uma criança extremamente feliz. Sua cabeça até que foi no limite da arte falsa.
Daí na adolescência houve momentos de grandes negócios. Negócios na descoberta. Muita violência, bullying, paixões, descobrimento amorosos e muitas e muitas decepções. Perto de muita angústia, escrevia poemas que relatavam seus problemas e usou por vontade própria roupas escuras, quase se escondendo diante de teu sobretudo, coturno e sua presença no topo dos parágrafos ganhando em 1º lugar no Concurso de Poesias na escola no período geral.
No vício de darkwave, synthpop, goth 80’s, deathrock e viking metal até os dias de hoje, ganha seus amigos ao som alternativo com um vício tão alternativo quanto brigadeiro ao som do Placebo, arte obscura e pornográfica pelo fascínio na veia sobre Rússia, Inglaterra, Escócia e Suécia. Nesse aspecto geográfico e familiar, Gustavo é filho de espanhol e de uma brasileira. Possui dupla cidadania e pretende sair fora do Brasil para Londres.
Para seus estudos, Gustavo possui uma complexidade na decisão sobre Psiquiatria Forense, Antropologia Forense, Moda, Jornalismo ou Artes Cênicas. E também é vivo por máscaras diferentes. Um tanto quanto intenso na versatilidade de uma alegria ou tristeza.
No ar do romantismo, antigüidade e o junkie lifestyle, ele tem 17 anos com muita ausência de suas vontades nas suas costas e hoje sai do casulo a procura de algo eterno. Algo que diante de suas mãos não seja apenas a frieza e a culpa interna de tanto que viveu perto da morte. Dizem que ele vive de mistério, mas nem ele mesmo entende o motivo desse ditado ao seu redor.
Finalizando: ele tem muito o que entender, descobrir e estudar. Ele também adoraria abandonar tudo e todos, mas tem uma vantagem nesse mundo que ainda precisa desvendar neste segredo de si mesmo.